Lista das Revistas



  • Nesta edição número 36, a Revista  Olórun traz temas relativos ao culto de Òrúnmìlà.

    Luiz L. Marins nos traz a tradução de um caloroso debate ocorrido na página do Àsà Òrìsà Aláààfin Òyó na qual contesta um ìtàn do Odun Ifa de Oke Itase 2014-2015 quando nessa ocasião publicou um verso dizendo que Sàngó teria sido iniciado em Òrúnmìlà. Segundo o Àsà Òrìsà Aláààfin Òyó nenhum Òrìsà jamais foi iniciado em Òrúnmìlà.

    Solagbade Popoola apresenta o Código de Ética Ifá/Òrìsà pelo qual deve se pautar todos os seguidores de Ifa e Orixá. Destacamos a informação de Popoola quando diz que "uma que acabou de fazer itefa não deve ser chamada de babalaô por ser apenas um omo-awo".

    Osvaldo Omobatala, babalorixa do Batuque no Uruguai, nos mostra como o Ifá recebeu influências do jogo do eerindinlogun e da geomancia clássica em sua formação. Osvaldo contesta a afirmação que o èèrìndínlógún veio do Ifá, afirmando que este já existia quando a geomancia penetrou na África Ocidental.

    2016-03-01


  • Nesta edição, a Revista Olórun republica o texto “A Entronização do Aláààfin e sua conservação”, que procura fazer um paralelo entre a raiz religiosa Kanbina, na Religião Batuque do R.S., e as suas possíveis origens no Alafinato Yorùbá, e sobrevivências no culto afro religioso gaúcho, mostrando que esta raiz é um culto nagô e não banto, cuja similaridade com o território banto Cabinda, região de Angola, é apenas o nome Kanbina.


    Neste texto revisado e aumentando, foi possível coletar depoimentos e registros que revelam riqueza dos fatos, espero que todos possam ler e apreciar este rico trabalho.

    2016-02-01


  • Nesta revista trouxemos um excelente do artigo do João Ferreira Dias, o presente artigo visa analisar o conceito de “religião” e suas implicações concetuais para a observação das religiões africanas, partindo do caso dos yorùbá da África Ocidental e visitando o candomblé, religião brasileira de matriz africana fecundada com o comércio de escravos.


    Ainda nesta revista contamos com o ÌTÀN ÒSETÙÁ, publicado no livro Èsù, de Juana Elbein dos Santos, narra o poder de Òsùn quando tornou ineficiente o oráculo de Òrúnmìlà por não ter sido chamada a participar dos rituais.

     

    Finalizando com informações sobre o Ijo Òrúnmìlà (Igreja de Òrúnmìlà) que institucionalizou e vem divulgando uma nova religião de Ifá moderno a partir da década de quarenta do século passado, baseando na religião tradicional alterada e mesclada com o cristianismo, produzindo, para isso, mitologia própria.

    2016-01-01


  • Uma entrevista reveladora com Baba Maike Figueiredo: “..Nem todo Òrìsà é necessário raspar..”

     

    Luiz L. Marins registra uma entrevista de Pierre Verger e uma fala do professor Roberto Motta sobre o perigo que os textos acadêmicos produzidos por iniciados representam para as religiões afro-brasileiras, quando não se pautam pela probidade.

     

    AkinaGde Kilaso apresenta-nos um rico texto sobre a cultura egúngún no Benin com importantes esclarecimentos sobre o culto de egun feminino.

     

    Kofi Tsagli fala-nos do poder da cadeira ancestral na religião tradicional Eweland.

     

    E finalmente trazemos um mito de Ifá que fala do Òrìsà Sàngó, o carneiro, e o quiabo, mostrando através da mitologia o gosto e a preferencia deste Òrìsa por esta comida.

    2015-12-01


  • Nesta edição n. 32 da Revista Olorun veremos o ìtàn Igbádù do òsé-òyè coletado e publicado por Pierre Verger em 1965, apresentado agora de forma inédita com inserção do texto orignal yorùbá, que na transcrição de Luiz L. Marins é apresentado com o título “Como os Òrìsà, deram nascimento a Igbádù.

     

    O babalaô Araba Famoroti Maisaye através de odù Ifá nos esclarece sobre o mito de Ògún e a criação da cidade de Ire-Ekiti. O odù mostra a relação de Ògún e as serpentes, indo ao encontro do culto de Ògún Avagan no Brasil, cujo símbolo é uma serpente em ferro.

     

    Awo Pele Obanifa publica um pequeno mas significativo texto sobre Èsù, principalmente noque se refere a oferendas, pois ao citar o milho, vai de encontro às tradições do Batuque.

     

    Finalmente, Wande Abimbola nos diz porque precisamos cultuar nossos Òrìsà, com tradução de Mário Filho.

     

    Boa leitura.

    2015-11-01


  • Nesta edição, a Revista Olorun traz dois proveitosos debates realizados no Facebook: um sobre Noção de Pessoa e destino, mostrando pontos teológicos opostos, e outro sobre os conceitos arrogados pelo Ìsèsè Làgbà afro-brasileiro em contraste com o Ìsèsè Làgbà tradicional Iorubá. Ambos os debates apresentam informações filosóficas significativas e conflitantes.


    Erick Wolff apresenta breve, mas profundo texto sobre o conceito de nação afro-brasileira, que nos faz repensar sobre a pureza e origens daqueles que arrogam suas linhagens africanas.


    Edgar Neto mostra-nos a simulação plástica e simbólica nas manipulações dos objetos rituais do Batuque, especialmente a feitiçaria.

     

    Fechando esta edição, Luiz L. Marins apresenta de forma inédita todos os 286 versos do itan de Ogbègúndá, “A Escolha de Orí na Casa de Ajala”. Com sua leitura, por estar sem cortes, o adepto poderá compreender melhor a questão do destino e Noção de Pessoa Ioruba.

    2015-10-01


  • Nesta revista apresentamos o extrato da conferencia sobre o festival de Sàngó 2015, Realizado no templo de Ògún do Palácio Aláààfin de Òyó, em 14 de Agosto de 2015.

    Ainda Mario Filho aborda o tema Ìsèse, o que é, e o que quer, dizer essa palavra.

    Wande Abimbola e o tema noção de pessoa e a escolha do destino, um belo texto sobre a escolha de Orí na casa de Àjàlá.

    Traduzimos um pequeno texto de Awodiran Agboola, ainda no tema noção de pessoa, Orí, o Vitorioso.

    2015-09-01


  • Ìwàrere – o conceito de bom caráter.


    Sociedade Ògbóni um texto maravilhoso sobre uma sociedade secreta e fechada.


    Sem orí não existe nada nos trás mais um belo texto conceituando a noção de pessoa.


    Uma reedição do artigo Ilé-Órí e a Cremeira: a noção de pessoa no Batuque do RS.

    2015-08-01


  • Dando continuidade aos pequenos textos, para registrar as informações dos Batuqueiros do R.S.

    Sua majestade o Aláààfin Òyó doa um terreno para adoração de ojúbo òkè sòro.

    Importante registro de como Òrúnmìlà recebeu o oráculo de Òrìsà-nlá, colhido diretamente de Òyó, trará um novo norte para os estudos e conceitos da diáspora Afro-brasileira.

    O escritor e professor Aulo Barreti, fornece um riquíssimo texto, sobre a origem religiosa das principais referências afro-religiosas.

    O texto Fios de conta do Candomblé, ajudará a entender como e quem pode usar determinados fios de contas, ilustrando cargos e posições iniciáticas e sacerdotais, através das contas destes fios.

    Pequeno vocabulário Ioruba e Português, para o Batuque.


    E finalmente os tratados dos Sacerdotes da Santeria rompendo com a religião tradicional Yorùbá (RTY).

    2015-07-01


  • A partir desta edição a Revista Olórun fará pequenos textos com informações dos Batuqueiros do R.S.

    O artigo do Norton Corrêa, A Cozinha é a Base da Religião: A Culinária Ritual no Batuque do Rio Grande do Sul, é, um rico registro dos costumes culinários Gaúcho.

    O Babalaô Awodiran Agboola, fez um importante comunicado Ki Ki E Gbó E Gbà, reconhecendo a importância de Obatalá, neste artigo ele atribui toda a criação a esta divindade.

    Nesta mesma revista teremos outra informação importante, o Chefe Olayinka Babatunde Ogunsina Akano Kokumo Adewuyi, faz um pequeno registro sobre Ifá e Orunmila, para os Orunmilaístas.

    Àsà Òrìsà, divulga um importante verso que Òsun aprende a adivinhação de Eérìndílógún (16 búzios) de Òrìsà Nlá, o grande Obatalá.

    E finalmente, complementando, damos continuidade à série sobre Cabinda, na intenção de, ao conheça-la melhor, mostrar que esta nação africana não é a nação Kànbína do Batuque.

    2015-06-01


  • Nesta edição a Revista Olórun traz um tema muito debatido em todo o Brasil, A Efetividade de um Direito Fundamental, de Aldir Guedes, que aborda sobre intolerância e a perseguição religiosa nas casas de Matriz Africana.

    Ayo’Mider apresenta o Ìkúnlè, Ìdòbálè ati Ìyíkàá e a tradição de prestar homenagem aos ancestrais.

    Chamamos atenção para o trabalho do Baba Osvaldo Omobatala, A Igreja de Òrúnmila (Ijo Òrúnmìlà) está alterando a Mitologia Yorùbá Tradicional.

    Instituto de Arte e Cultura Yorùbá, esclarece conceitos de Atinúké, a Cerimônia de Batismo, Nome, e a Concepção da Morte na cultura Yorùbá.

    Complementando, continuamos com a série sobre Cabinda, na intenção de, ao conheça-la melhor, mostrar que esta nação africana não é a nação Kànbína do Batuque.

    2015-05-01


  • Nesta edição a Revista Olórun traz um tema atual, que é o Ìpèje (Ipêjé), do professor Hendrix Silveira, falando sobre a alimentação comunitária das casas religiosas de matriz africana.

    Elias Sonde apresenta-nos uma introdução à tradicional noção de pessoa em Moçambique, onde vemos que apesar da separação geográfica e do idioma, o pensamento filosófico é comum aos africanos em geral.

    Por tratar-se de tema sempre relevante, a Revista Olórun reedita o texto de Origunsina sobre Orí, visando fortalecer o entendimento deste tema importantíssimo dentro das religiões de matrizes africanas.

    Complementando, continuamos com a série sobre Cabinda, na intenção de, ao conheça-la melhor, mostrar que esta nação africana não é a nação Kànbína do Batuque.

    2015-04-01


  • Neste número, Mario Filho traz informações interessantes sobre o uso do peixe bagre; Luiz L. Marins nos brinda com a reafricanização filosófica de Altair Togun; Erick Wollf fala sobre o Palácio de Òyó, e em outro texto disserta sobre Ògún e a serpente. Para continuar conscientizando o povo de santo que a Kànbína do Batuque não é a nação Cabinda, de Angola, esta edição finaliza com dois novos capítulos.

    2015-03-01


  • A Revista Olórun abre esta edição com o poema Ikomojade, do professor Vagner Gonçalves da Silva (USP), especialmente feito para esta edição da revista; traz novos estudos dos textos da etnóloga Juana Elbein dos Santos; e a continuação da série Cabinda, Usos e Costumes, na intenção de reafirmar que a Kàmbína do Batuque não é a nação Cabinda, de Angola.

    Boa leitura

    Erick Wolff8

    2015-02-01


  • Nesta edição a revista Olórun traz a continuação da série sobre Cabinda, e um texto sobre comidas sagradas dos minkisi.

    Traz também editoriais sobre Tradição x Costume, Orí e Obàtálá.

     

    Boa Leitura
    Erick Wolff8

    2015-01-01


  • Nesta edição a Revista Olórun traz a continuação da série sobre Cabinda, a visão de Ifá sobre a homossexualidade, e uma analise do novo mito Ioruba da criação do mundo, de Solagbade Popoola.

    Boa leitura
    Redator- Erick Wolff∞

    2014-12-01


  • Nesta edição a Revista Olórun traz a continuação da série sobre Cabinda, um estudo sobre religiões em Angola, mostrando também algumas folhas iorubá usadas nos rituais do Batuque.
    Boa leitura
    Redator- Erick Wolff∞

    2014-11-01


  • A partir desta edição publicaremos estudos sobre o território de Cabinda, conhecendo seus usos e costumes. Nosso objetivo é entendermos melhor porque a Cabinda, província bantu de Angola, não é a nação afro-brasileira Kambina, no batuque do R.S.
    Boa leitura

    Redator- Erick Wolff∞

    2014-09-01


  • A décima oitava edição da revista online Ọlọ́run. Dedicamos esta edição às Nações de matriz Africana Afro-Brasileira, em especial a Nação Batuque e seus ancestrais.
    Boa leitura

    Redator- Erick Wolff∞

    2014-07-01


  • A décima sétima edição da revista online Ọlọ́run. Dedicamos esta edição às Nações de matriz Africana Afro-Brasileira.
    Boa leitura

    Redator- Erick Woff∞

    2014-04-01